São Paulo - A seleção feminina de basquete entra em quadra, neste sábado, contra o Paraguai, às 18h45 (de Brasília), para igualar feito já conquistado pelos homens: a classificação para os Jogos de Londres. Mas, ao contrário do que aconteceu no torneio masculino, apenas uma vaga será dada pelo Pré-Olímpico de Neiva, na Colômbia. Portanto, além de chegar à final, a seleção também terá que conquistar o ouro para celebrar a vaga olímpica.
A classificação da seleção masculina é motivação extra para as mulheres, que disputam a fase de classificação até a próxima terça-feira. A competição terá dois grupos de cinco equipes. As duas melhores seleções de cada chave classificam-se às semifinais. A decisão será no sábado. Mas, ao contrário da seleção masculina, que não disputava uma Olimpíada havia 16 anos, as mulheres não tem jejum a quebrar.
''A conquista levantou a autoestima do basquete de uma forma geral e é uma grande fonte de inspiração para nós'', disse o técnico Ênio Vecchi, que faz a sua primeira competição oficial à frente de uma equipe feminina. Ex-técnico do Vitória (ES) e Londrina, ele assumiu a equipe em dezembro, substituindo o espanhol Carlos Colinas.
A principal estrela do Brasil é Erika - a ala Iziane, sua colega de time na WNBA, pediu dispensa para disputar os playoffs com o Atlanta Dream.

mockup