Basquete feminino espera por reforços para Jogos Olímpicos
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quinta-feira, 19 de junho de 2008
Folhapress 
São Paulo - Após conquistar a vaga para os Jogos de Pequim no Pré-Olímpico Mundial, a seleção brasileira feminina de basquete espera ganhar três reforços para a disputa da Olimpíada, compensando o fato de a ala Iziane ter sido cortada por indisciplina.
A ala Karen e a pivô Érika estavam previamente convocadas para o Pré-Olímpico, mas acabaram cortadas da competição por problemas médicos - a primeira passou por uma artroscopia no joelho direito, enquanto a segunda sofreu fratura por estresse na perna direita. ''A Karen é volta certa. Quanto à Érika, acho que dá tempo. Nós vamos fazer de tudo para que seja possível ela voltar porque ela é uma peça fundamental na equipe'', disse o técnico da equipe, Paulo Bassul.
O treinador afirmou ainda que pretende contar com a armadora Adrianinha, que está afastada da seleção por motivos pessoais. Segundo ele, a situação com a jogadora deve ser resolvida em conversas ainda nesta semana. ''Ela sempre esteve nos planos e foi muito correta desde o início. Ela tem uma filha de dois anos e nessa idade não é fácil (para a criança) ficar muito tempo longe da mãe. É o nosso único ponto de interrogação.''
O Brasil está no Grupo A do torneio olímpico feminino de basquete e terá como adversários na primeira fase Austrália, Belarus, Coréia do Sul, Letônia e Rússia. A outra chave conta com China, Espanha, Estados Unidos, Mali, Nova Zelândia e República Tcheca. ''Essa Olimpíada tem duas seleções que dificilmente vão brigar por alguma coisa, Mali e Nova Zelândia. Na nossa chave, não tem nenhuma seleção fraca, mas também não tem nenhum bicho papão. Então, vão ser cinco jogos difíceis, em que a gente não pode perder a concentração'', afirmou Bassul.


