Basquete começa jornada depois de ouvir Oscar
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quinta-feira, 07 de agosto de 2008
Agência Estado 
Pequim - Não deve ter sido fácil para as meninas da seleção brasileira de basquete disputar o amistoso contra a Nova Zelândia, ontem, com o cestinha Oscar Schmidt na arquibancada do ginásio Shijingshan. Mesmo na condição de comentarista da Rede Globo, o ex-jogador, com cinco Olimpíadas nas costas, entrou na quadra, pediu para o técnico Paulo Bassul reunir o grupo e despejou palavras de incentivo para a estréia contra a Coréia do Sul, que será disputada às 5h45 (de Brasília) de amanhã.
Na arquibancada, de onde acompanhou a apertada vitória brasileira por 76 a 74, Oscar reverenciou o retorno de Adrianinha, que não disputou o Pré-Olímpico de Madri. ''O time é outro com ela na quadra. Gosto muito dessa menina. Ela é rápida e inteligente. A equipe com ela é outra.'' Adrianinha estava com pneumonia antes de viajar para a China e agora corre atrás do seu melhor condicionamento físico. Apenas ela e Micaela despertam alguma preocupação física na comissão técnica. Karla tomou uma infiltração no joelho direito e já não sente mais dores.
Contra a Nova Zelândia, o Brasil foi muito bem até o terceiro quarto. Esteve sempre à frente do marcador e chegou a abrir 27 pontos de vantagem. Com tamanha diferença, relaxou. Mamá chegou a trocar socos com uma rival no momento mais tenso da disputa. A briga desconcentrou as brasileiras, que ficaram mais de cinco minutos sem marcar pontos. Bassul virou fera no banco. O time-base amanhã deve ser Claudinha, Karla, Micaela, Êga e Kelly.


