Rubens Barrichelo contrastava depois da corrida, frustração com otimismo. ‘‘Nossa equipe construiu um carro rápido, agora é preciso torná-lo veloz não apenas por dez voltas, mas 71, que é quanto dura uma prova’’, disse. Ele largou em quinto, mas cruzou a primeira volta já na segunda colocação, atrás do surpreendente Jarno Trulli, da Prost.
Mais leve, Rubinho abriu vantagem segura para não perder o segundo lugar para Jacques Villeneuve, terceiro àquela altura. Na décima passagem, instante em que Barrichello começou a perder desempenho, ele tinha 1 segundo e 168 milésimos para o canadense. Ele perderia o segundo lugar na 24ª volta, quatro antes de seu primeiro pit stop.
A sete voltas do final da competição, na 64ª volta, Barrichello e Michael Schumacher disputavam o sétimo lugar. Seus pneus tinham 14 voltas de uso em razão de na 50ª volta ele ter realizado seu segundo pit stop.
‘‘Tinha de forçar mesmo, eu não estava a fim de brigar apenas pelo sétimo lugar’’, disse Rubinho. Na entrada da curva Rindt o carro da Stewart seguiu reto, quebrando a suspensão ao tocar na zebra. ‘‘Foi uma pena, porque se tivéssemos maior autonomia com os pneus, como a Prost por exemplo, estaríamos no pódio’’.

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