Melbourne - Os 4 quilos que perdeu desde o ano passado custaram caro a Rubens Barrichello ontem. Depois de completar a corrida em Melbourne na 11 colocação, o piloto desceu do cockpit de seu Honda mancando e teve que se submeter a uma sessão de massagem nos boxes da equipe logo após o GP. ''O banco do carro é o mesmo, o problema foi com o cinto. Tive que apertar demais o da cintura porque perdi 2 cm nesta região. Aí prendeu a circulação da minha perna'', explicou.
Apesar da dor, Barrichello tinha motivos para comemorar. Após terminar as últimas sete corridas atrás de seu companheiro de equipe, ontem finalmente ele foi melhor que Jenson Button, o 15º colocado. ''Estou satisfeito com o que consegui fazer, não com o resultado da prova em si'', declarou.
Depois de um péssimo treino de classificação - largou em 17º -, Barrichello se disse contente com o resultado final na Austrália. ''Com todos os problemas que temos, acho que até conseguimos chegar perto de times que não têm'', afirmou.
O maior defeito do modelo 2007 da Honda, segundo o brasileiro, aparece na hora das freadas. ''O carro praticamente se desintegra. Mas não é um problema mecânico, de freio, é na parte aerodinâmica''.



Pódio - Kimi Raikkonen, Fernando Alonso e Lewis Hamilton formaram no GP da Austrália o segundo pódio mais jovem da história da F-1. Os três pilotos melhores colocados na prova têm média de idade de 25 anos e 28 dias. O recorde na estatística pertence ao GP da Hungria de 2003. Naquela corrida, Alonso e Raikkonen também estava no pódio, acompanhados de Juan Pablo Montoya. A média de idade daquele pódio é de 24 anos, 7 meses e 12 dias. (T.C./Folhapress)

mockup