Barrichello cai na bolsa de apostas
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segunda-feira, 21 de maio de 2001
Agência Estado De Mônaco 
Enquanto Michael Schumacher é o favorito dos apostadores para vencer, domingo, o GP de Mônaco, sétima etapa do Mundial, a obrigação de deixar o alemão passar, comprovada no GP da Áustria dia 13, fez com que Rubens Barrichello caísse para sexto na bolsa de apostas.
Normalmente ele era o quarto mais votado. Desde sábado praticamente não parou de chover no Principado de Rainier Grimaldi II, o que pode tornar a 59ª edição da prova ainda mais difícil para os pilotos.
Na preferência dos apostadores entre o líder e o segundo colocado no campeonato, para ver quem fica com a vitória domingo, Michael Schumacher deixou David Coulthard bem para trás. A cada 15 apostas, 11 são a favor do piloto da Ferrari e apenas quatro para o da McLaren.
Schumacher está em primeiro na classificação, com 42 pontos, diante de 38 de Coulthard. Mas a novidade, esta semana, no ranking dos que podem ganhar uma etapa do Mundial, refere-se a Rubinho. Depois de Schumacher e Coulthard, estão na sua frente ainda Mika Hakkinen, da McLaren, e agora os pilotos da Williams, Ralf Schumacher e Juan Pablo Montoya.
Graham Sharpe, assessor de imprensa de uma das grandes casas de apostas da Inglaterra, a William Hills, explicou a queda na cotação de Rubinho: Quem aposta nele tem de apostar também que Schumacher irá se contundir na corrida. Em outras palavras: as possibilidades de Rubinho vencer estão condicionadas à permanência de Schumacher na competição.
Agora ficou claro que a partir dessa prova Rubens terá de trabalhar para a Ferrari e Michael serem bicampeões, afirmou Claudio Berro, ainda em Spielberg. Em Mônaco, claro, não será diferente.
Ontem os caminhões das equipes começaram a chegar no Principado, enquanto os últimos detalhes de isolamento de certas áreas da pista eram providenciados pelos organizadores. Para vários pilotos, no entanto, não é necessário sair de casa para disputar a etapa de Mônaco.
Muitos desses profissionais residem na cidade-estado, como Mika Hakkinen, David Coulthard, Giancarlo Fisichella, Jacques Villeneuve e Heinz-Harald Frentzen. O motivo é simples: não há incidência de impostos nos seus salários. Tudo o que lhes é cobrado é a manutenção de um depósito de US$ 100 mil numa conta bancária de Mônaco.


