São Paulo - Titular da Honda na última temporada da F-1, o veterano piloto brasileiro Rubens Barrichello, 36, afirmou que ainda espera pela definição da situação da equipe japonesa para saber se continuará na principal categoria do automobilismo. O piloto brasileiro, que estava há bastante tempo sem se pronunciar sobre o assunto, voltou a falar sobre a compra da Honda em entrevista ao jornal "Monterey Herald". O brasileiro está de férias nos Estados Unidos e disputou um torneio de golfe com estrelas na Califórnia, onde foi entrevistado pelo jornal. "A Honda deseja ser vendida e esperar por notícias da equipe é duro", admitiu Barrichello.
Recordista de participações em corridas da F-1 (268), Barrichello está na categoria desde 1993 e disse que gostaria de permanecer, mas sofreu com a retirada da Honda e não encontrou um lugar para correr em 2009. Segundo reportagens da Folha de S.Paulo e da revista italiana "Autosprint", na última segunda-feira, o que restou da Honda estará no grid do GP da Austrália, no dia 29 de março, sem nome e dinheiro da montadora japonesa e com o inglês Jenson Button e o brasileiro Bruno Senna como pilotos. Assim, o espólio da Honda terá auxílio da FOM, holding comandada por Bernie Ecclestone, e motores e câmbios Mercedes-Benz. Bruno ajudará na conta, levando ao menos um de seus patrocinadores, a Embratel. A ideia é buscar um comprador ao longo do ano.

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