BARRA PESADA
VISÃO DE JOGO
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 04 de novembro de 2013
MAURO BETING<br>[email protected] 

Pedradas em ônibus de delegação do Corinthians é caso de polícia que virou manchete vencida e já batida. Partida de poucas chances e raros gols é ainda mais um filme já visto no Parque São Jorge no segundo semestre de 2013.
Bola no travessão de Pato, bola isolada de Pato, gol salvo sobre a linha, também. Mas mais batido do que tudo isso é mais uma partida decepcionante do campeão mundial. Também pela atuação de boa surpresa do BR-13, o Vitória de Dinei. Do time bem armado por Ney Franco.
Marquinhos e Escudero, pelos lados do 4-2-3-1 rubro-negro, deram o ritmo que o armador Renato Cajá (assim como o corintiano Douglas) não conseguiram. Mas o ritmo não deu jogo. Os penúltimos passes foram errados na primeira etapa. Para não dizer também os primeiros. Pelo lado paulista, Emerson mais uma vez mais se jogou que jogou, Romarinho fez mais fogo que a fumaça dos últimos jogos, e Renato Augusto não foi bem comandando o ataque, na primeira etapa de poucos lances de perigo. Ou mesmo boas jogadas.
O Corinthians abriu o placar aos sete minutos do segundo tempo. Guilherme aproveitou rebote de grande defesa de Wilson, depois de cabeçada de Romarinho.
O recuo natural (ainda mais para o time de Tite) acordou o Vitória, que mexeu melhor, e empatou aos 16 minutos, em belo passe de Marquinhos para bonito voleio de Dinei.
O jogo ficou aberto. Com William Henrique mais contundente pelos lados, o Vitória cresceu, como o Corinthians também teve as chances dele. Mas, para os padrões alvinegros no BR-13, o .aberto. foi no sentido de empate com gols. Na falta de sentido das finalizações das duas equipes.
Na falta de muita coisa no Parque São Jorge.












