Baixa produção ofensiva preocupa São Paulo
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segunda-feira, 01 de outubro de 2012
Agência Estado 
São Paulo - A insatisfação de Ney Franco com o desempenho ofensivo fez com que ele mudasse o sistema de jogo e passasse a utilizar três atacantes com a clara intenção de ver a equipe mais agressiva e balançando as redes. O esquema funcionou na vitória contra a Portuguesa, mas o tempo de vacas magras voltou. E o São Paulo fechou o mês de setembro com o pior aproveitamento ofensivo da temporada: foram apenas sete gols marcados em oito jogos, média modesta de 0,8 gol por partida.
O desempenho ofensivo é igual ao registrado pelo São Paulo em julho, mas o aproveitamento de 57% dos pontos daquele período foi superior aos esquálidos 41% registrados em setembro - agora, foram apenas duas vitórias (além de quatro empates e duas derrotas). Após mais uma atuação abaixo da média no empate contra o Coritiba, no último domingo, Ney Franco admitiu que a equipe ficou devendo, mas não deixou de comemorar o resultado após ter o zagueiro Rhodolfo expulso.
A seca ofensiva coincide com a ausência de Luis Fabiano, que não participou de cinco dos oito jogos em setembro e fez o treinador testar quatro formações diferentes para sobreviver sem seu maior goleador. Em vão. Cícero, Willian José e Ademilson não conseguiram ser a referência ofensiva e pouco produziram.
A expectativa é que ao menos um desses problemas tenha data para acabar com a provável volta Luis Fabiano no clássico contra o Palmeiras, sábado, no Morumbi.


