Es­por­te ain­da pou­co co­nhe­ci­do dos tor­ce­do­res bra­si­lei­ros, o bad­min­ton co­me­ça a ga­nhar es­pa­ço en­tre crian­ças e ado­les­cen­tes da re­gião Nor­te do Pa­ra­ná. Lon­dri­na e Ara­pon­gas pos­suem pro­je­tos des­ti­na­dos a des­co­brir ta­len­tos pa­ra a mo­da­li­da­de.
  O res­pon­sá­vel pe­lo tra­ba­lho nas ­duas ci­da­des é o pro­fes­sor de edu­ca­ção fí­si­cas, Adria­no Fio­ri. Em Lon­dri­na, ele trei­na 34 alu­nos no ­Country Clu­be, ­além de 120 ou­tros, per­ten­cen­tes à Guar­da Mi­rim. Já na Ci­da­de dos Pás­sa­ros, Fio­ri coor­de­na um cen­tro de trei­na­men­to, ins­ta­la­do no Se­si, que con­ta com qua­tro qua­dras, aca­de­mia, acom­pa­nha­men­tos de psi­có­lo­go, nu­tri­cio­nis­ta e pre­pa­ra­dor fí­si­co, ­além de uma gran­de quan­ti­da­de de ra­que­tes e pe­te­cas.
  O pro­je­to de bad­min­ton do Se­si Ara­pon­gas já con­ta com 140 jo­ga­do­res, a maio­ria com ida­des en­tre 9 e 17 ­anos. O es­pa­ço é aber­to pa­ra qual­quer um que qui­ser co­nhe­cer e pra­ti­car o es­por­te.
  Se­gun­do Fio­ri, o bad­min­ton é um es­por­te que agre­ga va­lo­res. ‘‘Ele exi­ge mui­ta dis­ci­pli­na e ­fair-­play, o cha­ma­do ‘jo­go ­justo’. O atle­ta apren­de, por exem­plo, a as­su­mir quan­do jo­ga a pe­te­ca pa­ra fo­ra da li­nha, mes­mo sem ­juíz’’, fri­sa. A exem­plo de Ara­pon­gas, ele es­pe­ra que Lon­dri­na tam­bém pos­sa ofe­re­cer uma es­tru­tu­ra de qua­li­da­de pa­ra in­cen­ti­var a prá­ti­ca do bad­min­ton.

● Esporte nascido na Índia cujo objetivo é similar ao do tênis, mas no lugar de uma bola, os atletas devem jogar uma peteca para o lado adversário, sem permitir que ela toque o chão

● conceito difundido pelo Barão Pierre de Coubertin, idealizador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna. Representa a honra e a lealdade, o respeito pelos outros e por si próprio nas práticas esportivas

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