Azarão, suíço destrona Djoko
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domingo, 07 de junho de 2015
Folhapress 
São Paulo - Stan Wawrinka entrou na quadra Philippe Chatrier e viu mais de 14 mil cabeças que o encaravam. Nunca estivera naquela situação, em uma final de Roland Garros.
Sua condição de coadjuvante se ampliava devido ao desafio do outro lado da rede: o sérvio Novak Djokovic, número 1 do ranking mundial, invicto há 28 partidas e faminto pelo título do Grand Slam francês, único que ainda não exibia no currículo.
Em que pese o primeiro set, no qual acabou controlado pelo favorito, Wawrinka surpreendeu a todos e a si. Após três horas e 12 minutos, triunfou por 3 sets a 1 (parciais de 4/6, 6/4, 6/3, 6/4). O ponto decisivo, uma esquerda vencedora na paralela, reviveu jogada clássica de Gustavo Kuerten, que lhe entregou o troféu de campeão - Guga foi homenageado pela organização do torneio pelos 15 anos de seu bicampeonato no saibro parisiense.
Wawrinka dedicou a taça ao seu técnico, o sueco Magnus Norman, justamente a quem Guga bateu em 2000.
"Eu ainda tenho dificuldade para assimilar que fui o campeão de Roland Garros, porque é sempre assim depois de um grande título; você fica um pouco perdido", afirmou o suíço.
Marcelo Melo conquistou no sábado, o título mais importante da sua carreira, o de Roland Garros. Ao lado do croata Ivan Dodig, o mineiro venceu a parceria dos irmãos americanos Bob e Mike Bryan, de virada, por 2 sets a 1, parciais de 6/7, 7/6 e 7/5.


