Milão - A autópsia realizada ontem no jogador Piermario Morosini, do Livorno, que morreu no último sábado após sofrer uma parada cardíaca em jogo contra o Pescara, se revelou inconclusiva. Ou seja, os primeiros exames aos quais o atleta italiano foi submetido ainda não conseguiram revelar as reais causas que provocaram o colapso.
O procedimento, realizado no Instituto Médico Legal de Pescara, na Itália, durou mais de seis horas, mas novos exames precisarão ser feitos a partir de amostras tiradas do corpo do jogador de 25 anos, que teve o ataque cardíaco no primeiro tempo do jogo contra o Pescara, pela Série B do Campeonato Italiano.
''Não há sinais macroscópicos que nos levem a determinar a causa da morte do jovem'', disse o legista Cristian D''Ovidio, que realizou a autópsia. ''Agora serão precisos exames mais aprofundados, mesmo que sejam de natureza toxicológica'', completou.
Morosini, que foi emprestado pela Udinese, da Série A italiana, terá o seu corpo agora enviado à cidade portuária de Livorno para um velório aberto ao público, que poderá prestar as suas condolências finais. Há também planos de que o caixão com o jogador seja carregado ao redor do estádio Armando Picchi, casa do Livorno, nesta terça-feira.

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