Os amantes da velocidade dificilmente esquecerão o dia 22 de outubro de 2006, data da realização do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1. O Autódromo de Interlagos, em São Paulo, foi palco de uma das mais emocionantes corridas da história da F-1. A última etapa da temporada marcou a despedida do maior piloto de todos os tempos, o alemão Michael Schumacher, que deu um show à parte fazendo 14 ultrapassagens durante as 71 voltas e chegando em quarto lugar, após ter caído para último quando o pneu traseiro de sua Ferrari furou. A corrida coroou também o espanhol Fernando Alonso, que conquistou o bicampeonato mundial após chegar em segundo lugar, e a Renault que confirmou o título de construtores. Mas a festa maior foi dos brasileiros. Felipe Massa, da Ferrari, largou na pole position, fez uma corrida perfeita e levou a torcida ao delírio ao conquistar uma vitória, que não ocorria desde 1993, quando Ayrton Senna venceu também em Interlagos – ele já havia vencido no mesmo local dois anos antes. Os outros pilotos da casa a conquistarem a vitória no Brasil foram Emerson Fittipaldi (1973 e 74), José Carlos Pace (1975), Nelson Piquet (1983 e 86). Depois de cruzar a linha de chegada, Massa repetiu um gesto imortalizado por Senna: pegou um bandeira do Brasil junto a um fiscal e passeou com ela pelo autódromo. A festa prosseguiu no pódio em um dia que ficará marcado para sempre na memória de Massa e dos brasileiros.


Foi adotada pelo decreto de lei nº 4 de 19 de Novembro de 1889, tendo por base um retângulo verde. Sobre esse retângulo, um losango amarelo e, dentro deste, um círculo azul no qual está uma faixa branca com as letras ‘‘Ordem e Progresso’’ na cor verde, assim como 27 estrelas de cor branca. Para alguns estudiosos, essas formas geométricas foram subtraídas de uma mandala, ou seja, a bandeira é uma arqueo-concepção artística da imagem do mundo visto de fora para dentro.


Essa foi a segunda vitória do piloto brasileiro de 25 anos, Felipe Massa. A primeira ocorreu no Grande Prêmio da Turquia, também nesse ano. Já Alonso, com o título, o espanhol se tornou o bicampeão mundial mais jovem da história da Fórmula 1: 25 anos.


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