Australianos levam vantagem na grama
dois jogadores de saque e voleio, estilo mais adequado a superfície. Outro dos titulares é Lleyton Hewitt. Na dupla, contam com um dos maiores times da história na modalidade, os conhecidos "woodies", Mark Woodforde e Todd Woodibrige. O técnico e capitão da equipe brasileira, Ricardo Acioly nem sequer quis pensar ainda no que espera fazer para preparar o Brasil para enfrentar os australianos. Disse que o momento agora é de comemorar a classificação, pois há muito tempo ainda pela frente, antes de pensar no que fazer. Mas lembrou de um fato interessante e importante. "Julho é inverno na Austrália e não se será possível jogar na grama", disse. "Pode ser que as partidas tenham de ir para um ginásio, em quadra de carpete." A Austrália tem até 40 dias antes do confronto para anunciar a sede dos jogos e o tipo de quadra.Por Chiquinho Leite Moreira Rio de Janeiro, 09 (AE) - Depois de eliminar a Eslováquia, o próximo desafio do Brasil na Copa Davis será o de enfrentar a Austrália, jogando muito provavelmente em quadras de grama. A equipe brasileira, desta vez, terá de jogar fora de casa e, por isso, sujeitar-se às condições estabelecidas pelos australianos. O confronto será de 14 a 16 de julho, na semana seguinte ao torneio de Wimbledon, coincidentemente disputado na grama. Os tenistas australianos tradicionalmente são muito bons em superfícies rápidas, como a grama. Tanto que enfrentaram neste fim de semana, a Alemanha, neste tipo de superfície garantindo até com certa facilidade a classificação para as semifinais. A grama é uma superfície muito pouco usada. Apenas alguns torneios da Europa e Austrália, ainda usam este tipo de quadra. No Brasil, esta quadra só existe em alguns hotéis e casas particulares e nunca houve uma competição oficial. Por outro lado, os australianos praticamente cresceram jogando na grama. Entre os principais jogadores da Austrália, na atualidade, estão nomes como Patrick Rafter e Mark Philippoussis





