Ausência de presidente da CBB causa mal-estar
Uberlândia - Duas ausências foram muito sentidas no Jogo das Estrelas do NBB. Uma delas causou até um certo mal-estar na organização do evento. O presidente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Carlos Nunes, não apareceu ao Ginásio Sabiázinho, em Uberlândia. Também não deu justificativa para a ausência. O presidente da Liga Nacional de Basquete (LNB), que organiza o NBB, Kouros Monadjemi, não escondeu o incômodo. ''Nós o convidamos, mas ele deve ter tido algum problema'', disse Kouros.
A outra ausência foi a do novo técnico da seleção brasileira, o argentino Rubén Magnano. Segundo Kouros, ele teria um casamento na Argentina para ir. ''Já houve uma grande integração entre ele e os técnicos. O Magnano vai morar aqui, já foi a muitos jogos do NBB. Ele deixou claro que o casamento foi a única razão para não vir para cá. Mas a presença dele no Brasil vai mostrar que o nosso basquete só tem a ganhar'', comentou o dirigente.
Volta e vaias
Um dos motivos da escolha de Uberlândia para ser palco do jogo das estrelas foi o anúncio da volta do time da cidade ao NBB a partir da próxima temporada. Campeã brasileira em 2004, a Unitri/Uberlândia ficou de fora das duas primeiras edições do torneio mesmo tendo uma franquia da Liga.
Quem garantiu a volta do time foi o folclórico senador Wellington Salgado (PMDB-MG), aquele mesmo da cabeleira exuberante. O político, dono de várias instituições de ensino superior, é também proprietário das franquias de Brasília e Uberlândia e havia decidido dar um tempo no time do Triângulo Mineiro.
O senador também proporcionou um dos momentos constrangedores da manhã. Ao ser chamado para entregar uma placa comemorativa e fazer o anúncio da volta do time à ativa, ele recebeu uma sonora vaia dos torcedores. Seu discurso, então, foi curto e grosso. ''O Uberlândia volta no próximo campeonato'', disse. (T.M.)





