Aumenta pressão sobre Mano Menezes
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sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Agência Estado 
São Paulo - As eleições para presidente no Corinthians acontecem só em fevereiro, mas o futuro do técnico Mano Menezes no cargo já é discutido internamente no clube. Com contrato até dezembro, ele corre o risco de ser substituído, dependendo do resultado do pleito no ano que vem.
Principal fiador de Mano Menezes, o presidente Mário Gobbi deixa o cargo em fevereiro. Entre os candidatos à sucessão, seja da situação ou seja da oposição, o nome do treinador não é unanimidade. Mas ele descarta que o momento político esteja interferindo no time.
"É impossível evitar coisas que não estão sob nosso comando, e temos de saber conviver com elas. Cada clube vive seu momento. O que a gente tenta é que essas coisas interfiram o mínimo. E não vejo que isso está nos prejudicando. O que fizemos até aqui é culpa nossa", avaliou Mano.
No clube, há quem defenda o retorno do técnico Tite, que está sem emprego desde que deixou o Corinthians no final do ano passado - uma eventual troca aconteceria apenas em janeiro. Outros veem com bons olhos o treinador Oswaldo Oliveira, demitido do Santos recentemente.
O Corinthians chega no clássico deste domingo pressionado a vencer o rival São Paulo no Itaquerão. O empate contra a Chapecoense na última quinta-feira não foi bom em termos de classificação. O time continua no G4, mas está agora a 12 pontos do líder Cruzeiro (49 a 37).
Para o clássico, Mano confirmou o retorno do meia Renato Augusto, poupado do empate contra a Chapecoense. Anderson Martins e Fagner também voltam ao time.
PROBLEMA
O que o Corinthians temia, aconteceu. Depois de ver o zagueiro Gil e o volante Elias na lista de convocados do técnico Dunga para os dois amistosos que a seleção brasileira vai fazer em outubro, agora foi a vez de a Federação Peruana de Futebol (FPF) anunciar, nesta sexta-feira, que o atacante Paolo Guerrero foi chamado para encarar Paraguai e Chile.


