Curitiba - Dois dias depois de ser derrotado pelo Corinthians, o Atlético Paranaense voltou a sofrer um revés, desta vez fora de campo. O clube teve um mandado de segurança sobre o caso do centroavante Aloíso negado ontem à tarde, em sessão especial do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em Curitiba.
O Atlético reclama a tutela de Aloísio, emprestado no ano passado para o São Paulo. O centroavante não retornou no prazo estipulado e assinou contrato com o time paulista, que alegou ter negociado os direitos federativos diretamente com o ex-clube do jogador, o Rubin Kazan, da Rússia.
Inicialmente, a juíza Simone Galan de Figueiredo, da 1Vara do Trabalho de Curitiba, concedeu liminar favorável ao Atlético, mas dias depois o recurso foi revogado e Aloísio liberado para atuar pelo São Paulo até o julgamento do mérito do caso, no dia 22 de setembro.
Ontem, o Atlético tentou reverter novamente a decisão, mas o juiz Ney José de Freitas entendeu que o caso deve ir para a audiência definitiva, no dia 22 de setembro. Até lá, Aloísio continua atuando normalmente pelo São Paulo. Na quinta-feira, o Furacão enfrentará novo duelo nos tribunais, dessa vez devido ao imbróglio que envolve a prorrogação do contrato do atacante Dagoberto.
Paraná Clube O Tricolor tirou ontem o dia de folga e a reapresentação do elenco, agora vice-líder do campeonato com 27 pontos, está marcada para a tarde de hoje, na Vila Capanema. O técnico Caio Júnior começa a pensar nos substitutos dos volantes que desfalcam o time no meio-de-campo.
Goiano e Beto estão contundidos, enquanto Batista e Serginho receberam o terceiro cartão amarelo e ficam de fora. As opções ficam por conta da estréia de Pierre, já recuperado, ou do improviso do zagueiro Edmílson na função de volante. (C.Y.)

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