Curitiba - O clássico entre Paraná e Atlético, que pode representar tanto a afirmação do Tricolor entre os líderes do Brasileiro como a revanche do Furacão, ganhou nova polêmica. Insatisfeita com a escolha do árbitro Heber Roberto Lopes, a diretoria atleticana divulgou nota oficial dizendo que o clube sofre perseguição da Federação Paranaense de Futebol (FPF).
Divulgada como um alerta sobre a arbitragem, a nota afirma que ''o Clube Atlético Paranaense não pode concordar com a insensibilidade da CBF em escalar o árbitro'' que, segundo os dirigentes, possui histórico de prejuízos ao clube. ''Quem não se lembra dos jogos da semifinal do Campeonato Paranaense deste ano, em que Heber minou o time atleticano durante os 90 minutos com faltas invertidas, pênaltis não marcados e a expulsão de um atleta rubro-negro ainda no 1º tempo'', questiona o clube, com nítido exagero, antes de dizer-se vítima de guerra declarada pelo ex-presidente da FPF, Onaireves Rolim de Moura.
Longe da polêmica, o Paraná trabalhou normalmente na tarde de ontem e, ao contrário do prometido, Pintado realizou treino coletivo. Adriano foi poupado mas deve ser confirmado no time. A dúvida maior fica entre a presença de Daniel Marques, com o time novamente formado no 3-5-2, ou com a entrada de Joelson na vaga aberta pela suspesnsão de Everton.

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