Coritiba e Atlético devem fazer um clássico de muitas emoções hoje, às 16h15, no Couto Pereira. Para o alviverde, a partida é encarada como de vida ou morte, já que só a vitória deixa o time ainda com chances de ir à final da Copa Sul. Para o rubro-negro, uma vitória significa praticamente a conquista do Grupo D e a vaga na final.
Comissão técnica e jogadores do Coritiba, ainda engasgados com a derrota de 3 a 0 para o mesmo Atlético no último domingo, estão encarando a partida como uma ‘‘guerra’’. ‘‘Já combinamos que se for preciso vamos dar de dedo na cara um do outro para que haja garra’’, disse o atacante Cléber.
O técnico Mauro Fernandes ainda não definiu o Coxa. O próprio Cléber e Darci, recuperando-se de contusões, ainda são dúvidas. Struway, com distensão, deverá ser substituído por Reginaldo Nascimento. Na zaga, Flávio, suspenso, dá lugar a Sandro. Na lateral-direita, Reginaldo Araújo ou Dedimar deve ficar com a posição.
O técnico Antônio Clemente se irrita quando apontam o rubro-negro como favorito. Os jogadores seguem o discurso assumido pelo treinador. A vitória é uma questão de calma e disciplina tática, acreditam.
Adriano, herói do primeiro Atletiba do ano, tendo marcado dois gols, não pretende responder às provocações dos zagueiros coxas. Se o xingarem ou se o agredirem, ele pensa revidar com gols, de preferência mais de um.
O Atlético tem como opção tática, aproveitar a velocidade de seus atacantes. A exemplo do que aconteceu no primeiro jogo, quando Adriano, Kelly e Lucas, envolveram com facilidade a zaga coritibana. ‘‘A hora que tiver que marcar, vamos marcar’’.

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