Atlético mira vitória fora de casa para fugir da ZR
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Julio Cesar Lima<br>Equipe da Folha 
Curitiba - Depois de bater a Portuguesa por 2 a 0 na Arena da Baixada no dia 13 de setembro, o Atlético não conheceu mais o sabor de uma vitória no Campeonato Brasileiro. Na zona de rebaixamento, em 17º lugar com 28 pontos, o Rubro-Negro também deverá quebrar outra escrita para interromper essa série negativa e dar alguma esperança para sua torcida, que vê o time cair na tabela a cada rodada.
O time da Baixada - que está concentrado desde a tarde de ontem - não vence uma partida fora de casa desde o início do campeonato, em maio, quando enfrentou o Ipatinga no interior mineiro. No sábado, às 18h20, em Porto Alegre, vai tentar quebrar essa série contra o Internacional, 10º colocado com 43 pontos e com chances matemáticas de se classificar ao G-4.
O técnico Geninho ainda manteve dúvidas para escalar a equipe e deve confirmar os titulares somente no treino de amanhã. Antes disso, o treinador quer saber quais jogadores estarão à sua disposição para a partida. Com o zagueiro Danilo suspenso pela diretoria depois de ter abandonado a concentração no final de semana, outros desfalques são o lateral direito Alberto, o meia Kelly, o atacante Joãozinho e o volante Fernando, sem condições de jogo, e o atacante Rafael Moura e o volante Valencia, suspensos pelo terceiro cartão amarelo.
Uma das poucas certezas é o lateral-direito Renan, que deve ganhar nova chance na posição. Anteontem, o volante saiu de campo sentindo dores e logo foi encaminhado para o departamento médico.
Já o zagueiro Rhodolfo ainda deve passar por exames médicos antes de ser reintegrado ao time. Rhodolfo sentiu uma lesão muscular na partida contra o Chivas, na semana retrasada, e tem sido um dos desfalques mais sentidos no grupo. Neste mês em que o time não venceu, o clube levou 14 gols enquanto marcou apenas sete.
Para o volante Chico, que poderá ser deslocado para a defesa, o Atlético precisa praticar dentro de campo tudo o que tem treinado. ''Agora tem que ter a cabeça no lugar, não pode só ficar nas palavras, tem que pôr dentro de campo o que a gente está conversando'', disse.


