Curitiba - Sem ter desvendado antecipadamente os segredos do vice-campeão boliviano o Atlético estréia hoje, às 21 horas, na Copa Libertadores, no estádio Joaquim Américo, em Curitiba. Para compensar a falta de informação sobre o Bolívar, o técnico Geninho quer impor o esquema tático do Rubro-negro nos primeiros minutos de jogo. Antes do início da partida os jogadores receberão a faixa de campeão brasileiro.
Apesar dos atleticanos desconheceram o sistema de jogo do adversário, o treinador sabe que o Bolívar foi a base da seleção boliviana na goleada de 6 a 0 para o Brasil na quinta-feira, em Goiânia. ‘‘Eu vi o jogo da Bolívia e assisti a final do Campeonato Bolivano do ano passado. O time é rápido e os jogadores se movimentam muito’’.
Sem Kléberson, que está na seleção brasileira para jogar o amistoso contra a Arábia Saudita na quarta-feira, Fabrício está confirmado como titular. Contra o Mamoré, no sábado, o meia atuou alguns minutos e fez o terceiro gol da vitória. ‘‘Foi muito importante para mim estrear marcando. A torcida vai me dar muito mais apoio’’, explicou.
O volante Cocito volta ao time contra o Bolívar. Flávio Silva, seu substituto natural, teve uma lesão muscular e só retorna aos treinamentos na quinta-feira.
O zagueiro Gustavo também está voltando. Há uma semana ele vem trabalhando fisicamente e hoje figura no banco de reservas. ‘‘O professor pode contar comigo. Quero jogar, apesar de ter atuado pela última vez em dezembro do ano passado’’, contou. A zaga contra o Bolívar vai ser formada por Igor, Rogério Corrêa e Wellington Paulo.
O técnico Vladimir Soria confessou que o Bolívar veio a Curitiba não para buscar três pontos, mas para segurar o empate. ‘‘Uma vitória será um prêmio. Tívemos pouco tempo para trabalhar. Tívemos sete jogadores participando do amistoso contra o Brasil na semana passada,’’ disse ele.

mockup