Cu­ri­ti­ba – No mun­do do fu­te­bol, um clás­si­co cos­tu­ma ser o di­vi­sor de ­águas pa­ra as equi­pes que o dis­pu­tam. Re­gra que se apli­ca per­fei­ta­men­te ao mo­men­to que Atlé­ti­co e Pa­ra­ná vi­vem de­pois da vi­tó­ria ru­bro-ne­gra no con­fron­to de do­min­go. Re­sul­ta­do que deu ao Fu­ra­cão uma van­ta­gem de qua­tro pon­tos na li­de­ran­ça do Pa­ra­naen­se e dei­xou o Tri­co­lor no li­miar da zo­na do re­bai­xa­men­to.
  Da cri­se que se ins­ta­lou na Vi­la Ca­pa­ne­ma, a ví­ti­ma ini­cial foi o pre­pa­ra­dor-fí­si­co Ma­noel San­tos, de­mi­ti­do na tar­de de on­tem. O pro­fis­sio­nal, que che­gou ao Pa­ra­ná por in­di­ca­ção de Pau­lo Co­mel­li, po­de ser ape­nas o pri­mei­ro a dei­xar o clu­be já que no­vas de­mis­sões são bas­tan­te pro­vá­veis ca­so o ti­me não ven­ça o Cia­nor­te, na quin­ta-fei­ra.
  Já no Atlé­ti­co a si­tua­ção é bem ­mais tran­qui­la. ­Além da li­de­ran­ça e da in­ven­ci­bi­li­da­de, o ti­me tem o me­lhor ata­que e o ar­ti­lhei­ro do Es­ta­dual – Ra­fael Mou­ra, au­tor de ­seis ­gols. Mas a cal­ma­ria, se­me­lhan­te à do úl­ti­mo Pa­ra­naen­se, quan­do o ti­me ba­teu o re­cor­de de vi­tó­rias con­se­cu­ti­vas do Fu­ra­cão de 1949, po­de ter da­ta pa­ra aca­bar, já que Fer­rei­ra po­de ir pa­ra o Dal­las. Si­tua­ção que lem­bra­ria ­oque acon­te­ceu há um ano, quan­do o ti­me se per­deu ­após a saí­da de Clai­ton.

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