Atletas inauguram o parque aquático
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domingo, 08 de julho de 2007
Das agências 
São Paulo - Um dia depois da inauguração da Arena Multiuso, foi a vez do Parque Aquático Maria Lenk, também situado na região do autódromo de Jacarepaguá, ser inaugurado visando os Jogos Pan-Americanos-2007, no Rio de Janeiro. Durante a cerimônia, atletas da delegação brasileira de natação, nado sincronizado, saltos ornamentais e maratona aquática fizeram algumas atividades.
''A piscina é bem funda e rápida. A arquibancada está bem perto e parece que os torcedores gritam no nosso ouvido. Isso vai nos ajudar muito. Temos sorte de ter um parque aquático deste nível'', disse Kaio Márcio, brasileiro que disputa os 100 e 200 metros borboleta. Ao final da cerimônia, toda a equipe de desportos aquáticos foi premiada com medalhas.
Estiveram presentes o ministro do Esporte e Turismo, Orlando Silva, o prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Organizador do Rio 2007 (Co-Rio), Carlos Arthur Nuzman, o secretário-geral do CO-Rio, Carlos Roberto Osório, o presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Coaracy Nunes, além do presidente da Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa), Mario Vasquez RaÀa. Ele recebeu a chave da cidade do Rio.
O ginásio, com capacidade para 5.000 pessoas, foi batizado em homenagem à nadadora brasileira Maria Lenk, morta em abril, aos 92 anos. Lenk foi a primeira sul-americana a participar de uma Olimpíada, em 1932.
Ginástica - O domingo ensolarado foi de folga para a equipe brasileira de ginástica artística, com exceção de Daiane dos Santos, que passou o dia cumprindo sessões de fisioterapia e descansando na Vila Pan-Americana.
Com o pé direito já desinchado, após torcer o tornozelo na sexta-feira, a gaúcha recusou o convite de suas companheiras de equipe para bater perna em um shopping da cidade. ''Não é hora de ficar passeando. Vim para competir'', afirmou a atleta.
Na volta do café da manhã, Daiane mostrou estar mais relaxada e confiante em sua recuperação. De chinelos nos pés, a ginasta conversou com a reportagem, na área internacional da vila pan-americana, e fez questão de mostrar o tornozelo direito sem hematomas ou inchaço. Ela acredita ter tempo de sobra para se recuperar da lesão para a competição da modalidade, que terá início no sábado.
Faz fisioterapia de modo intensivo, além de tomar antiinflamatórios, um hábito comum da atleta, por causa do esporte de alto impacto. Depois do incidente, Daiane fez um treino leve no sábado à noite, sem saltos ginásticos ou corrida. ''Amanhã (segunda) acho que já vou poder saltar. Vamos ter de esperar para ver'', acrescenta.
A ginasta garante que a lesão não tem tirado seu sono. ''Não pensei nisso (em não competir o Pan). Só estava sentindo muita dor. Mas fiquei tranquila'', garantiu.


