São Paulo - Reginaldo Ferreira, 34 anos, era pedreiro e ponta-esquerda de um time de várzea em Crato, Ceará. Tinha mulher, seis filhos e, de vez em quando, umas pontadas no coração. Bateu um pênalti no domingo, fez o gol e se sentiu mal. Sob uma árvore, sentou-se, tentou se recuperar da dor no peito por minutos e, enfim, o herói do CRB (Clube de Regatas Batateiro) foi levado para o Hospital São Francisco, onde chegou morto por infarto. Sua mulher, a doméstica Gesi, disse que ele cuidava das pontadas no coração com chás caseiros. ''Ele não queria jogar, porque ia tirar o domingo para descansar, mas os amigos insistiram. E ele foi.''

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