Atleta de handebol recebe homenagem
Lucinéia Parra
De Maringá
O jogador Leonardo Tezelli Bortolini, 22 anos, que fez parte da equipe de handebol medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, no Canadá, foi homenageado ontem por amigos, autoridades públicas e estudantes. Bortolini chegou em Maringá na segunda-feira à noite, mas só ontem, depois de um merecido descanso, participou das festividades de comemoração.
Em cima de uma viatura do Corpo de Bombeiros, Bortolini exibiu a medalha de prata durante uma carreata que saiu do bairro Aeroporto até o centro da cidade. Em seguida, o jogador foi homenageado na Universidade Estadual de Maringá (UEM) e logo depois, no Colégio Marista, onde Bortolini estuda.
A equipe brasileira de handebol enfrentou a equipe de Cuba na final, e perdeu por apenas um gol. No tempo normal empatou por 32 x 32, mas Cuba levou vantagem na sequência, por 4 x 3. Bortolini, que jogou na função de armador central, foi o capitão do time. Em entrevista ontem, Leonardo afirmou que o jogo mais difícil foi mesmo contra a Cuba. Agora, disse ele, é torcer para que a equipe cubana desista de participar da Olimpíada de Sidnei, nas Austrália. Se isso ocorrer, Bortolini e a equipe de handebol medalha de prata em Winnipeg estarão classificados para os Jogos Olímpicos. A equipe de Cuba há muitos anos não participa das Olimpíadas; por isso estamos torcendo para que isso aconteça ano que vem, revelou.
Até as Olimpíadas, Bortolini ainda deve participar de várias competições representando Maringá. Ele começou a treinar handebol no Colégio Marista há nove anos e há cinco defende as cores do Clube Olímpico de Maringá. Bortolini foi convocado duas vezes para o Pan-Americano e participou dos mundiais de 97 e 98. Apesar das conquistas, a equipe tem dificuldade de conseguir ajuda. Ainda é preciso mais apoio para a gente poder treinar mais tranquilo, reivindica.





