Ataque atleticano preocupa Fernandes
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quarta-feira, 28 de maio de 2008
Luciano Balarotti<br>Equipe da Folha 
Curitiba - Ostentando a média de um gol por jogo no Brasileirão, o Atlético segue com o ataque indefinido para enfrentar o Palmeiras, no domingo, em São Paulo. Insatisfeito com a produção ofensiva da equipe, o técnico Roberto Fernandes confirma apenas a manutenção de Marcelo Ramos no setor, mas ainda não definiu quem será seu companheiro no ataque. Wallyson e Rogerinho são as principais opções, com o primeiro levando vantagem devido à boa atuação no empate com o Atlético Mineiro. ''Foram apenas sete finalizações em mais de 90 minutos. Mas não é da noite para o dia que vamos mudar isso'', destaca o comandante atleticano, que não descarta também o aproveitamento de Pedro Oldoni.
O técnico - que desde que chegou ao clube afirma querer um time ofensivo - ainda não encontrou a melhor formação, variando entre o 3-5-2 e o 4-4-2. Contra o Galo, coube ao volante Chico se revezar entre zaga e cabeça-de-área, alternando os dois sistemas. Mas como ele e Alan Bahia estão fora da partida em São Paulo, Fernandes tem dúvidas na escalação, a começar pela zaga, que terá novamente Antônio Carlos ao lado de Danilo. Setor que poderá ou não ter um terceiro zagueiro (Alex Fraga ou Rhodolfo).
''Defensivamente não devemos a nenhuma outra equipe'', garante o treinador, que também não definiu a meia-cancha. ''O Alan Bahia é uma peça importante, mas quem entrar no lugar dele fará uma boa atuação'', confia Fernandes, que tem diversos volantes à disposição: Léo Medeiros, Zé Antônio, Fahel, Roberto e Douglas Maia.
Opções que faltam para a lateral-esquerda, posição em que Piauí deve ter mais uma chance, enquanto o clube segue em busca de reforços. As indefinições estão também no setor de armação do time, já que Netinho pode ganhar a companhia de mais uma meia, caso o treinador opte pelo 4-4-2. Vaga que, se aberta, será disputada por Gabriel Pimba e Irênio.


