Associação dos Kartistas ameaça deixar Londrina
A Fundação de Esportes de Londrina (FEL) pretende ainda este ano regularizar a administração do Kartódromo Luigi Borghesi. O objetivo é abrir um edital de licitação, porém as regras e o modelo a serem adotados ainda não estão definidos. O espaço é administrado desde 2001 pela Associação dos Kartistas da Região de Londrina (AKRL).
Estudos preliminares já estão sendo feitos em busca da melhor alternativa para a terceirização, que pode ser através de um chamamento público, concorrência pública ou até mesmo de um comodato. "Queremos regularizar a situação, que hoje é apenas temporária, para trazer mais segurança para todos com um tempo maior de contrato", frisou o presidente da FEL, Vilmar Caus.
Desde 2013, a AKRL renova o contrato de cessão mensalmente e para alguns eventos específicos com a FEL. Se agora não há segurança jurídica, a situação foi diferente no passado. Fundada em 2001, a AKRL firmou um convênio com a prefeitura, renovado a cada quatro anos, e administrou o kartódromo até 2012 desta forma, sem pagamento de aluguel. A partir de então, o convênio não foi mais renovado. "A nossa preocupação é que este edital privilegia mais o lado financeiro, o que interessa mais para grupos privados, do que para a nossa associação, que não tem fins lucrativos", revela o presidente da AKRL, Samuel Ferreira, que não descarta deixar Londrina caso a entidade perca a concessão.
- Por mês, a AKRL gasta entre R$ 8 mil e R$ 9 mil para pagar o aluguel e fazer a manutenção do espaço
- A associação tem 150 associados de várias cidades da região
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