Lúcio Horta
De Londrina
O meia Alex, do Palmeiras, perdeu a conta de quantas vezes assina o próprio nome em cadernos e camisas de fãs, ao final de cada treino da Seleção ou do time da capital paulista. Mas o assédio dos fãs – intenso para um jogador que já se consagrou como uma das maiores revelações do futebol brasileiro – não atrapalha. ‘‘Muito pelo contrário, a gente trabalha em vista disso. Não há problema algum’’, garante.
Alex ganhou notoridade ao conquistar, com o Palmeiras, três títulos importantes: a Copa do Brasil de 98, a Copa Mercosul do mesmo ano e, principalmente, a Taça Libertadores da América de 99.
Sobre o presente das amigas Andréia e Cristiane, Alex disse que levou para o hotel, abriu e leu tudo com atenção. ‘‘Agora vou levar para casa, onde deixo tudo guardado.’’
O jogador – que foi titular da Seleção que ganhou a Copa América, no Paraguai, ano passado, e, com o corte de Denílson, será o ‘capitão’ do time brasileiro no Pré-Olímpico – acrescenta que é comum receber presentes de fãs, principalmente cartas, camisetas e até bichos de pelúcia. ‘‘É o básico’’, define. Peças íntimas, ao contrário, é mais raro. ‘‘Isso aí é mais para cantor.’’

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