Arquivo FolhaInesquecívelEm 1970, no México, a Seleção Brasileira goleou a Itália na decisão, conquistando em definitivo a Taça Jules Rimet







Arquivo FolhaRecorde
amargoNo Maracanã,
em 1950,
apesar da
tristeza com
a derrota
para o Uruguai,
os brasileiros
conseguiram um
recorde que
não foi superado
até hoje:
nenhuma final
do Mundial de
Futebol
conseguiu
atrair tanto
público











Confira nesta página um resumo das 14 finalíssimas (a de ontem foi a 16ª ), uma história de grandes emoções, que começou em 1930 com o jogo Uruguai 4 x Argentina 2, no Estádio Centenário, em Montevidéu.
Embora o Brasil detenha o maior número de títulos na história das Copas, foi a Alemanha (considerando-se a antiga Alemanha Ocidental) que mais vezes disputou jogos decidindo títulos do Mundial. Os alemães chegaram seis vezes à final, mas só levaram o caneco em 1954, diante da Hungria; em 74, ganhando da Holanda; e em 90, derrotando a Argentina.
Apesar de distante, o Mundial de 1950 ainda é o responsável pelo recorde de público nas partidas finais de todas as Copas. Exatamente 173.850 torcedores pagaram ingressos, mas o Comitê Organizador daquele Mundial garante que mais de 200.000 pessoas assistiram ao jogo em que o Uruguai sagrou-se bicampeão, derrotando o Brasil por 2 a 1, no Maracanã.

1930
URUGUAI 4 x ARGENTINA 2
Local: Estádio Centenário.
Árbitro: John Langenus (Bélgica).
Público: 67.300 pagantes.
Gols: Dorado, Cea, Iriarte e Castro (Uruguai) e Peucewlle e Stabile (Argentina).
Uruguai: Ballesteros; Nazassi e Mascheroni; Andrade, Fernández e Gestido; Dorado, Scarone, Castro, Cea e Iriarte.
Argentina: Botasso; Della Torre e Paternoster; Juan Evaristo, Monti e Suárez; Peucelle, Varallo, Stabile, Ferreira e Mario Evaristo.
1934
ITÁLIA 2 x TCHECOSLOVÁQUIA 1
Tempo normal: 1 a 1
Prorrogação: Itália 1 a 0.
Local: Estádio do Partido Nacional Fascista.
Árbitro: Iwan Eklind (Suécia)
Público: 73.202 pagantes
Gols: Schiavio e Orsi (Itália) e Puc (Tchecoslováquia).
Itália: Combi; Monzeglio e Allemandi; Ferraris, Monti e Bertolini; Guaita, Meazza, Schiavio, Ferrari e Orsi.
Tchecoslováquia: Planika; Zenisek e Ctyroky; Kostalec, Cambal e Kreil; Junek, Svoboda, Sobotka, Nejedly e Puc.
1938
ITÁLIA 4 x HUNGRIA 1
Local: Estádio Colombes.
Árbitro: Monsieur Capdeville.
Público: 55.000
Gols: Colaussi (2) e Piola (2), para a Itália, e Titkos e Sarosi, para a Hungria.
Itália: Olivieri; Foni e Rava; Serantoni, Andreolo e Locatelli; Biavatti, Meazza, Piola, Ferrari e Colaussi.
Hungria: Szabo; Polgar e Biro; Szalay, Szuks e Lazar; Sas, Vincze, Sarosi, Zsengeller e Titkos.
1950
URUGUAI 2 x BRASIL 1
Local: Maracanã.
Árbitro: Mister George Reader (Inglaterra).
Público: 200 mil pessoas (173.850 pagantes: recorde da história da Copa do Mundo).
Gols: Schiaffino e Ghiggia (Uruguai) e Friaça (Brasil).
Uruguai: Maspoli; Mathias González e Tajera; Gambetta, Obdulio Varella e Rodrigues Andrade; Ghiggia, Julio Pérez, Miguez, Schiaffino e Mortan.
Brasil: Barbosa; Augusto e Juvenal; Bauer, Danilo e Bigode; Friaça, Zizinho, Ademir Menezes, Jair da Rosa Pinto e Chico.
1954
ALEMANHA OCIDENTAL 3 x HUNGRIA 2.
Local: Estádio Wajkdorf.
Árbitro: Walter Ling (Inglaterra).
Público: 63.800 pagantes.
Gols: Rhan (2) e Morlock, para a Alemanha Ocidental, e Puskas e Czibor, para a Hungria.
Alemanha Ocidental: Turek; Posipal e Kohlmayer; Eckel, Liebrich e Mai; Rahn, Morlock, Ottmar Walter, Fritz Walter e Schaefer.
Hungria: Grosics; Buzansky e Lantos; Boszik, Lorantr e Zakarias; Czibor, Kocsis, Hidegkuti, Puskas e Toth.
1958
BRASIL 5 x SUÉCIA 2
Local: Estádio Solna.
Árbitro: Maurice Frederic Guigue (França).
Público: 49.737 pagantes.
Gols: Vavá (2), Pelé (2) e Zagallo, para o Brasil, e Liedholm e Simonsson, para a Suécia.
Brasil: Gilmar; Djalma Santos, Belini, Orlando e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo.
Suécia: Svensson; Bergmark e Axbom; Borjesson, Gustavson e Parling; Hamrim, Gunar Green, Simonsson, Liedholm e Skoglund.
1962
BRASIL 3 x TCHECOSLOVÁQUIA 1
Local: Estádio Nacional.
Árbitro: Nicolai Latyschev (União Soviética).
Público: 68.000.
Gols: Amarildo, Zito e Vavá, para o Brasil, e Masopust, para a Tchecoslováquia.
Brasil: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo e Zagallo.
Tchecoslováquia: Schroif; Ticky, Popluhar, Pluskal e Novak; Masopust e Kvasnak; Pospichal, Scherer, Kadrabra e Jelinek.
1966
INGLATERRA 4 x
ALEMANHA OCIDENTAL 2
Tempo normal: 2 a 2
Prorrogação: Inglaterra 2 a 0
Local: Estádio de Wembley.
Árbitro: Dienst (Suíça)
Público: 95 mil.
Gols: Hurst (3) e Peters, para a Inglaterra, e Haller e Weber, para a Alemanha Ocidental.
Inglaterra: Banks; Cohen, Jack Charlton, Bobby Moore e Wilson; Stiles e Bobby Charlton; Alan Ball, Hurst, Hunt e Peters.
Alemanha Ocidental: Tilkowski; Boettges, Schulz, Weber e Schnellinger; Beckenbauer e Haller; Overath, Seller, Held e Emerich.
1970
BRASIL 4 x ITÁLIA 1
Local: Estádio Azteca.
Árbitro: Rudy Glockner (Alemanha Ocidental)
Público: 107.000 pessoas.
Gols: Pelé, Gérson, Jairzinho e Carlos Alberto Torres, para o Brasil, e Boninsegna, para a Itália.
Brasil: Félix; Carlos Alberto Torres, Brito, Piazza e Everalo; Clodoaldo, Gérson e Rivelino; Jaizinho, Tostão e Pelé.
Itália: Albertosi; Burnigh, Cera, Rosato e Fachetti; Bertini (Juliano), Mazola (Rivera) e De Sisti; Domengjini, Boninsegna e Riva.
1974
ALEMANHA OCIDENTAL 2 x HOLANDA 1
Local: Estádio Olímpico.
Árbitro: Taylor (Inglaterra).
Público: 80 mil pessoas.
Gols: Breitner, de pênalti, e Gerd Muller, para a Alemanha Ocidental, e Neeskens, de pênalti, para a Holanda.
Alemanha Ocidental: Maier; Vogts, Schwarzenbeck, Beckenbauer e Breitner; Hoeness, Bonhof e Overath; Grabowski, Gerd Muller e Holzembein.
Holanda: Jongloeb; Suurbier, Hann, Krol e Rijsbergen (De Jong); Jansen, Van Hannegan e Neeskens; Rep, Cruyff e Rensenbrink (Van der Kerkhof).
1978
ARGENTINA 3 x HOLANDA 1
Tempo normal: 1 a 1
Prorrogação: Argentina 2 x 0.
Local: Estádio Monumental de Nu¤ez.
Árbitro: Sergio Gonela (Itália).
Público: 77.260 pagantes.
Gols: Kempes (2) e Bertoni, para a Argentina, e Nanninga, para a Holanda.
Argentina: Fillol; Olguin, Galvan, Passarella e Tarantini; Ardiles (Larrosa), Gallego e Ortiz (Houseman); Bertoni, Luque e Kempes.
Holanda: Jongbloed; Jansen (Suurbier), Krol, Brandts e Poortvliet; Willy Van Der Kerkhof, Hann e Neeskens; Rene Van Der Kerkhof, Rep (Nanninga) e Rensenbrink.
1982
ITÁLIA 3 x ALEMANHA
OCIDENTAL 1
Local: Estádio Santiago Bernabeu.
Árbitro: Arnaldo César Coelho.
Público: 90 mil pagantes.
Gols: Paolo Rossi, Tardelli e Altobelli, para a Itália, e Breitner, para a Alemanha Ocidental.
Itália: Zoff; Gentile, Scirea, Collovati e Cabrini; Oriali, Bergomi e Tardelli; Conti, Paolo Rossi e Graziani (Altobelli) (Causio).
Alemanha Ocidental: Schumacher; Kaltz, K.Forster, Stielike e B. Forster; Briegel, Dremmler (Hrubesch) e Breitner; Littbarski, Rummenigge (Hansi Muller) e Fischer.
1986
ARGENTINA 3 x ALEMANHA
OCIDENTAL 2
Local: Estádio Azteca.
Árbitro: Romualdo Arppi Filho
Público: 115.000 pagantes.
Gols: Brown, Valdano e Burruchaga (Argentina) e Rummenigge e Voeller (Alemanha Ocidental).
Argentina: Pumpido; Brown, Ruggeri, Giusti e Batista; Olarticoechea, Burruchaga (Trobiani) e Enrique; Cucciufo, Maradona e Valdano.
Alemanha Ocidental: Schumacher; Eder, Brehme, Forster e Briegel; Berthold, Jakobs, Magagh (Hoenness) e Matthaus; Allofs (Voeler) e Rummenigge.
1990
ALEMANHA OCIDENTAL 1 x
ARGENTINA 0
Local: Estádio Olímpico.
Árbitro: Edgardo Codesal Mendez (México).
Público: 73.603 pagantes.
Gol: Brehme, de pênalti.
Alemanha Ocidental: Ilgner; Brehme, Kholer, Augenthaler e Buchwald; Berthold (Reuter), Littbarsk e Hassler; Matthaus, Moeller e Klinsmann.
Argentina: Goycochea; Lorenzo, Serrizuela, Sensini e Ruggeri (Monzon); Simon, Basualdo e Burruchaga (Calderon); Maradona, Troglio e Dezotti.
1994
BRASIL 0 x 0 ITÁLIA
Prorrogação: 0 a 0
Pênaltis: Brasil 3 a 2. Romário, Branco e Dunga, para o Brasil, e Albertini e Evani, para a Itália.
Local: Estádio Rose Bowl.
Árbitro: Sandor Puhl (Hungria).
Público: 94.194 pagantes.
Brasil: Taffarel; Jorginho (Cafu), Aldair, Márcio Santos e Branco; Mauro Silva, Dunga, Mazinho e Zinho (Viola); Bebeto e Romário.
Itália: Pagliuca; Mussi (Apolloni), Maldini, Baresi e Benarrivo; Albertini, Dino Baggio (Evani), Donadoni e Berti; Roberto Baggio e Massaro.

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