De acordo com a direção da CBF, as diferenças na escolha dos 64 times da Copa do Brasil e dos 72 dos torneios regionais são facilmente explicadas. Como são todas competições à base de convites, ganha quem chora mais. É o caso do Brasiliense-DF, time do ex-senador Luiz Estevão, do CSA, de Arnon de Mello, filho do ex-presidente Fernando Collor, e do Bragantino, que disputa a segunda divisão do enfraquecido Campeonato Paulista, todos inclusos na Copa.

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