Da Redação
O norte-americano de Norfolk, estado de Virgínia, Tony Smith, 30 anos, 1,77 metro, chegou ontem à noite para reforçar a equipe de basquete masculino do Grêmio/Sercomtel/Londrina. O jogador, que por último jogou no Greveline, da França, depois de passar pelo Múrcia, da Espanha, deve iniciar hoje treinamentos na equipe. A sua estréia está prevista para o próximo dia 10, em Mogi das Cruzes, contra o Mogi/Valtra.
Tony vem para substituir o também norte-americano Lamont Ford, que deve retornar aos Estados Unidos. Ford, que é pivô, não correspondeu. Devido a carência de jogadores para a armação, os dirigentes do Grêmio decidiram pela mudança. Mesmo antes da chegada do novo armador, o supervisor Nelson Ferreira, o Nelsinho, já havia enviada a sua papelada para Brasília, visando conseguir, o mais rápido possível, o seu visto para trabalhar no Brasil. Apesar do Carnaval, no fim de semana, Nelsinho está confiante que a liberação chegue até sexta-feira.
Já contando com este reforço importante, o treinador Enio Vecchi retoma os treinamentos hoje no ginásio do Moringão, em dois períodos. Os treinos no ginásio devem acontecer até sábado, pois durante o Carnaval o local estará alugado para atividades religiosas. Como não haverá folga, apesar do descanso na tabela, os treinos da próxima segunda a quarta-feira deverão ocorrer no ginásio da AABB. A delegação viaja na quinta-feira à noite para Mogi das Cruzes (SP), onde joga na sexta-feira. Do atual elenco do time londrinense apenas o armador Di continua fora dos planos, pois está se recuperando da torção no joelho.
O treinador Enio Vecchi disse que a falta de jogos na fase de preparativos para o Nacional está sendo responsável pelo pouco aproveitamento do time nos lances de rebote de ataque, principalmente nos dois últimos jogos (Franca/Marathon, sexta-feira e COC/Ribeirão Preto), domingo. Enio também pretende treinar mais o ataque que este ano não está tendo o mesmo aproveitamento da temporada passada. Outro fator frisado por Enio é de que equipes que jogam em casa, estão tendo um aproveitamento melhor que as visitantes. Sobre o comportamento dos árbitros nos jogos de equipes fora do eixo Rio-São Paulo, Enio acha que eles usam critérios diferentes.

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