Marcos Freitas
De Londrina
O estudante argentino Benjamin Djensonn (foto), de 26 anos, estava feliz da vida ontem em Londrina. Morando há um ano na cidade, ele foi aprovado no curso de Administração de Empresas na Universidade Estadual de Londrina (UEL). E enquanto festejava a aprovação no vestibular, disse à Folha acreditar que, no Pré-Olímpico, seus compatriotas terão o mesmo sucesso que ele teve no Brasil, e certamente conseguirão a vaga nas Olimpíadas de Sydney.
‘‘A Argentina está bem e a má campanha da primeira fase não representa a realidade da equipe’’, diz ele, confiante. ‘‘Vamos crescer daqui para frente.’’
Para ele, o jogo de hoje será muito difícil e o palpite é de um empate em um gol. ‘‘Nós nos respeitamos muito e ninguém terá facilidade’’, afirma. ‘‘Mas espero mesmo é uma grande partida, sem violência e com futebol bonito e bem jogado.’’
Benjamin acredita que a partida mais complicada das seleções do Brasil e da Argentina será a de hoje. ‘‘Depois dessa rodada, o peso da camisa vai prevalecer e tanto brasileiros quanto argentinos vencerão seus compromissos’’, ele acredita.

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