A Argentina não deve encontrar facilidades na partida de hoje, às 21 horas (de Brasília), contra o Uruguai, no Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, pela nona rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2002. Além de ter muitos desfalques, os donos da casa terão do lado adversário um técnico que conhece bem a equipe. Daniel Passarella comandou a Argentina até a Copa do Mundo de 98, formando a base da atual seleção. A polícia argentina armou esquema especial de segurança para evitar conflito entre as duas torcidas.
Líder das Eliminatórias, com 19 pontos, a Argentina quer reencontrar a vitória em casa. No último jogo em Buenos Aires empatou em 1 a 1 com o Paraguai. Para conquistar esse objetivo, a maior arma é o atacante Gabriel Batistuta, que após quatro jogos de fora, se recuperou de uma lesão no joelho direito e tem presença garantida.
Já no Uruguai, Passarella quer esquecer que já defendeu a Argentina, tanto como jogador, como quanto técnico. Ele admitiu que um empate será um excelente resultado, apesar de sonhar com a vitória, que deixaria sua equipe em excelentes condições. Os uruguaios dividem a terceira posição com Brasil e Paraguai, todos com 14 pontos.
Empatados na sexta colocação das Eliminatórias, com dez pontos, Equador e Chile jogam, às 19 horas (de Brasília), no Estádio Atahualpa, em Quito, com um objetivo comum: vencer para não perder o contato com os líderes, o que significaria a manutenção do sonho da classificação para o Mundial.
Bolívia e Peru, as duas seleções com pior desempenho na competição, se enfrentam amanhã, às 18 horas (de Brasília), no Estádio Hernando Siles, para deixarem as últimas colocações. Os bolivianos estão na penúltima posição, com cinco pontos, três a menos do que os peruanos. Desempenho pior só mesmo da Venezuela, que soma apenas três.