Arbitragem da capital
desagrada Portuguesa
Nelson Cilo
A Portuguesa Londrinense reagiu ontem à indicação do árbitro Valdemar Roberto Fonseca e dos auxiliares Maurício Batista dos Santos e Cláudio Luiz Pacheco, todos da capital, para trabalhar no jogo de domingo, em Curitiba, diante do Malutron, no segundo confronto entre os dois times pelas semifinais da Série A-2 do Campeonato Paranaense. O diretor-jurídico da Lusa, Hélio Camargo, reclamou do critério utilizado pelo diretor do departamento de árbitros da entidade, José Carlos Marcondes.
Como o Malutron é de Curitiba, o Camargo entende que a FPF deveria escalar um trio do interior. Chegou a citar os nomes de Henrique França Triches, Evandro Rogério Roman, José Carlos Meger e Heber Roberto Lopes. No entanto, o dirigente esclarece que nada tem contra Fonseca e os dois bandeirinhas. ‘‘Todos estão acima de qualquer suspeita. Mas, se um trio da capital apitou em Londrina, seria mais sensato se mandassem árbitros do interior para trabalhar em Curitiba. Creio que poderiam repensar a escala’’, sugere.
Camargo comandou ontem uma reunião reservada - até o diretor de futebol Amarildo Vieira ficou de fora - para avisar aos atletas que os prêmios atrasados estarão regularizados nos próximos dias. Já o técnico Marinho bate na mesma tecla para motivar o grupo. ‘‘Aqueles que não acreditarem na vitória nem precisam viajar até Curitiba’’, disse, referindo-se à necessidade de dois resultados favoráveis - um no tempo normal e outro na prorrogação ou nos pênaltis.
Uma das novidades da Lusa é a volta de Reginaldo no ataque, no lugar de Kung, que - a exemplo de Neno - recebeu o terceiro cartão amarelo. Elivélter entra na meia. O volante Zé Roberto, expulso, cede a vaga para William.

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