A diretoria da Apuel/Sercomtel/Consórcio União/Londrina vai encaminhar hoje à Confederação Brasileira de Basquete (CBB) cópias das imagens feitas pela televisão e uma nota oficial sobre o incidente ocorrido durante o jogo contra o Flamengo, na última sexta-feira. A intenção da equipe londrinense, segundo o supervisor da Apuel, Nelson Ferreira, é contestar a nota oficial divulgada no sábado pelo Flamengo, repudiando a atitude dos dirigentes do Londrina e dos policiais na pancadaria generalizada que aconteceu após a partida. O Londrina venceu por 107 a 106.
Na nota, o clube carioca cobra da CBB e das autoridades paranaenses providências contra o Londrina. A diretoria rubro-negra acusa a polícia da cidade de ter agido de forma covarde e leviana.
‘‘Não acredito que ocorra uma interdição do Moringão por causa do incidente ocorrido. A confusão aconteceu dentro da quadra entre as duas equipes e não houve invasão por parte da torcida. O certo seria punir as duas equipes’’, afirmou Ferreira ontem, antes do início da partida entre a Apuel e o Casa Branca.
O presidente da Fundação de Esportes de Londrina, Marcelo Paulino, envolvido diretamente na confusão e que aparece nas cenas da TV caído no chão juntamente com um dos atletas e filho do técnico do Flamengo, Bruno Mortari, contou a sua versão sobre o caso. ‘‘Fui parabenizar o Enio (técnico da Apuel) pela vitória quando vi o Bruno empurrando-o. Tentei afastar os dois e amenizar a discussão e acabei recebendo um murro do Bruno. Perdi a cabeça e fui para cima dele’’, comentou Paulino, que deu queixa junto à Polícia contra a agressão de Bruno Mortari.(M.D.B.)

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