Após vitória, Palmeiras acompanha confronto entre rivais do grupo
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quarta-feira, 05 de abril de 2006
Agência Estado 
São Paulo - Depois de vencer o Atlético Nacional por 2 a 1, na noite de terça-feira, em Medellín, o Palmeiras desembarca na manhã de hoje no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, ainda com a cabeça na Libertadores. À noite, todos ficarão de olhos grudados na tevê para o jogo entre Cerro PorteÀo e Rosario Central, em Assunção, no Paraguai. Uma vitória do time argentino classifica o Palmeiras com uma rodada de antecedência.
Mas mesmo se o Cerro vencer, bastará ao Palmeiras apenas um empate com a equipe paraguaia no Palestra Itália, dia 13, para garantir a vaga. A meta é se classificar como campeão do Grupo 7. Assim, o time paulista teria a vantagem de fazer o segundo jogo das oitavas-de-final em casa. Se confirmar a liderança, o Palmeiras tem chances de dar de cara com o Corinthians já na próxima fase, caso o rival termine em segundo lugar na sua chave.
No Campeonato Paulista, a última partida é domingo, contra o Santo André, no ABC, e servirá apenas para cumprir tabela. Por isso, o técnico Emerson Leão voltará a poupar seus principais jogadores, como o atacante Edmundo, que já não pôde atuar em Medellín por causa de dores nas costas.
Leão já visa também o Campeonato Brasileiro. O primeiro jogo é contra a Ponte Preta, no dia 16 de abril. As chances de Leão contar com o retorno do goleiro Marcos e do meia Juninho são remotas. Tratando-se de uma lesão muscular na coxa direita, Marcos já treina com bola, mas ainda não fez nenhum coletivo e deverá ficar algumas partidas como reserva de Sérgio, até recuperar o ritmo de jogo. Ele não atua desde o empate em 1 a 1 com o Bragantino, no dia 11 de fevereiro, no Palestra Itália.
''Estou trabalhando o Marcos para a Copa do Mundo'', explica Leão, que quer entregar o goleiro 100% fisicamente ao técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira.
A lesão de Juninho também é num músculo da coxa direita, mas é muito mais séria. Desde o dia 4 de dezembro, ele só conseguiu jogar duas vezes, contra Santos e América. Irritado com a demora na própria recuperação, o meia pediu autorização ao técnico Leão para se tratar com um médico particular Nivaldo Baldo, o mesmo que o tratou em 98, quando fraturou o tornozelo direito em ação pelo Atlético de Madrid.


