São Paulo - O fato de não poder contar com o zagueiro e capitão Henrique - suspenso - na partida contra o Figueirense, neste sábado, em Florianópolis, não preocupa tanto o técnico Gilson Kleina. Ele poderá contar com o retorno de Vilson, recuperado de uma artroscopia no joelho esquerdo que o deixou longe dos gramados por quase três meses. O defensor admite que voltar em um momento tão diferente serve como força extra para não sentir a falta de ritmo de jogo.
"Estou muito alegre com esse ‘novo Palmeiras’. Todo mundo está se dedicando muito, tanto os que chegaram agora como os que já estavam no clube. E a gente vê um padrão tático, um time com posse de bola e que envolve os adversários", comemorou o jogador, que atuou pela última vez no dia 21 de abril, na derrota por 2 a 1 para o Ituano, em Itu. O jogo foi o último da primeira fase do Campeonato Paulista.
Gilson Kleina já deu indícios de que sua dupla de zaga titular é Henrique e Vilson. A confiança é fruto de um trabalho feito que, em até certo ponto, surpreendeu muita gente no clube. Quando foi envolvido na transação que levou Barcos para o Grêmio, não se esperava que Vilson fosse dar tão certo na equipe.
Seu parceiro de zaga neste sábado, André Luiz, é o adversário por uma vaga no time. "Temos uma disputa sadia. Quando ele chegou, eu estava jogando e ele soube esperar a oportunidade. Um bom profissional tem de se comportar assim", disse Vilson, que teme a falta de ritmo. "Não tem como não sentir. Voltar é muito bom, mas tenho que trabalhar muito forte e conversar bastante com meus companheiros para tentar evitar ao máximo os erros".

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