Após Rio-2016, Vila Olímpica tem apartamentos encalhados
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terça-feira, 03 de outubro de 2017
Folhapress 

Rio de Janeiro A falta de legado resultante dos Jogos Olímpicos não se limita apenas ao aspecto esportivo. No aspecto econômico, novo fracasso. Um pouco mais de um ano após o término do evento, apenas 240 dos apartamentos da Vila dos Atletas foram comercializados, o que representa um índice de menos de 7% de negócios fechados.
Ao todo, o consórcio [formado pelas empreiteiras Carvalho Hosken e Odebrecht] ainda tem 3.364 apartamentos encalhados. As empresas alegam que apenas um lote de 600 unidades foi colocado à venda, mas o fiasco tem dimensões olímpicas. Desde que o Usain Bolt, Michael Phelps e outros astros do esporte mundial deixaram os 31 edifícios, a movimentação no local não lembra nem de longe o agito do período dos Jogos.
Os imóveis estão orçados entre R$ 750 mil e R$ 3 milhões, mas o desafio de reaver o investimento de cerca de R$ 2,4 bilhões de reais será uma verdadeira maratona.
Ginástica Artística
A ginástica artística masculina do Brasil classificou dois representantes, nesta terça-feira, às finais do Mundial que está sendo realizado em Montreal, no Canadá. Um deles é Arthur Zanetti, campeão olímpico em Londres-2012 e prata no Rio-2016, que passou na sua especialidade, as argolas. Já no individual geral, Caio Souza foi o outro a avançar a uma final no Mundial.
As finais têm início nesta quinta-feira com o individual geral masculino. Caio Souza será o primeiro a competir. A decisão está marcada para às 20 horas (de Brasília). No sábado, Arthur Zanetti se apresenta nas finais das argolas, a partir das 14 horas.


