São Paulo - Já virou rotina. Neymar apronta, e todos os seus colegas saem em sua defesa. A última do atacante de 18 anos, fundamental na vitória do Santos sobre o Avaí por 2 a 1, quinta-feira, foi, de novo, um chapéu em um adversário com o jogo parado.
Marcinho Guerreiro foi a vítima, assim já ocorrera antes com o corintiano Chicão. ''Quando ele faz essas coisas não é por maldade. É característica dele. Não fez aquilo para desprezar o Marcinho Guerreiro. A bola estava parada, mas é coisa do futebol'', disse o lateral Pará.
O goleiro Rafael também defendeu Neymar. ''Estão fazendo uma tempestade em copo d'água. O Neymar sabe o que faz, não preciso defende-lo'', disse.
Ao sair do gramado, Neymar reclamou da violência dos seus marcadores. Mas, quando questionado sobre o lance polêmico, provocou de novo. ''Eu dou (chapéu) mesmo'', disse o atacante.
O técnico do Avaí, Antônio Lopes, ainda acusou Neymar de humilhar seus jogadores. ''Ele disse que era milionário e podia tudo'', afirmou, em entrevista ao Sportv. ''Hoje procuramos conversar com o Neymar. Eu, Edu Dracena e os mais experientes. Ele disse que não falou nada disso para os jogadores do Avaí'', disse Pará.
Além de tudo, Neymar levou um cartão amarelo por, segundo a arbitragem, jogar-se na grande área. Por isso, não enfrenta o Flamengo domingo, no Maracanã.

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