Mesmo após sofrer mais uma goleada no Campeonato Paranaense e faltando apenas duas rodadas para o fim da primeira fase, o CAC/Portuguesa não entrega os pontos e ainda acredita que pode fugir do rebaixamento para a Segunda Divisão. Pelo menos é o que diz o presidente do clube, Amarildo Vieira Martins. ''Ainda dá (para escapar) dentro do campo e fora dele'', disse Martins, referindo-se às ações que correm no Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR), que podem tirar pontos de Real Brasil e Iguaçu e livrar a barra da Lusinha.
Martins também aproveitou para negar que tenha especulado mudar o local da partida contra o Londrina, na última rodada. Boatos ontem davam conta de que o cartola levaria o jogo do Estádio José Garbelini, em Cambé, para o Café, em Londrina, o que configuraria inversão de mando de jogo, o que infringe o Estatuto do Torcedor.
''Eu não cogitei nada. Estou preocupado com o jogo do Toledo (amanhã à tarde, em Cambé)'', disse o cartola, antes de admitir que pode pensar na idéia caso o Tubarão o procure. ''Mas se o Londrina perder para o Coritiba o jogo não vai valer mais nada para eles. Daí, não haveria necessidade de jogar no Café'', alfinetou.

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