São Paulo - O dia seguinte à tragédia diante do Palmeiras foi de muita conversa, fuga e mistério no Parque São Jorge. O técnico Oswaldo de Oliveira se escondeu, evitou a imprensa. Por volta de 9h30 chegou à sede do clube calado, para se encontrar com os jogadores titulares. Logo em seguida, sorrateiramente, sem ser visto, encaminhou-se para o Parque Ecológico, onde cadeados e seguranças bloqueavam a entrada. Lá estavam os reservas.
Apenas o zagueiro Anderson e o volante Wendel aceitaram dar entrevistas. Abatidos, humilhados, não souberam explicar a goleada por 4 a 0. Em vez de tentar achar justificativas, alguns atletas, como Rincón e Fábio Costa, fugiram por um portão lateral do estádio.
A equipe enfrenta o Fortaleza amanhã pela Copa do Brasil. Temendo protestos como o que ocorreu em março no aeroporto de Cumbica, no qual integrantes da Gaviões da Fiel jogaram ovos em atletas o horário do vôo não foi divulgado.

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