Após gol, Henrique nega rótulo de salvador da pátria do Palmeiras
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quinta-feira, 09 de outubro de 2014
Daniel Batista<br>Agência Estado 
São Paulo - Autor do gol da vitória do Palmeiras sobre o Botafogo por 1 a 0, nesta quarta-feira, no Maracanã, o atacante Henrique minimizou seu feito e o fato de ter marcado 13 dos 26 gols do time no Campeonato Brasileiro, o que inclusive o deixa como um dos artilheiros da competição, ao lado do cruzeirense Marcelo Moreno.
"Salvar (o time) não, porque tem mais 13, 14 jogadores que nos ajudam. A equipe toda está de parabéns pelo resultado. Fazia tempo que não vencíamos fora de casa e o resultado veio em uma boa hora. Ainda temos um longo trabalho pela frente e sábado será mais uma partida difícil (contra o Grêmio) no Pacaembu", disse o artilheiro da equipe no Brasileiro.
Henrique faz questão de alertar que, apesar das duas vitórias consecutivas, ainda não existem motivos para muita euforia e a ordem é manter o foco, já que o Palmeiras ainda corre riscos na competição. "Depois de uma vitória como essa, de muita importância, temos que comemorar, mas ter a tranquilidade para também descansar, com os pés no chão", alertou.
Para a partida contra o Grêmio, o Palmeiras não poderá contar com o volante Marcelo Oliveira, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.
ELEIÇÕES
Candidato à presidência do Palmeiras, Wlademir Pescarmona apresentou nesta quinta-feira um grupo de palmeirenses que formará um comitê empresarial que visa melhorar e dar maior credibilidade ao clube no mercado e, consequentemente, trazer maiores recursos para a instituição. Participaram também três de seus vices: Luiz Gonzaga Belluzzo, Carlos Degon e César Maluco. João Gavioli, que também integra a chapa, não pôde comparecer.
O grupo de empresários é formado por Marcelo Castelli, presidente da Fibria; Leandro Scabin, da sorveteria Diletto; Carlos Grubisch, presidente da Eldorado Brasil, e Marcos Arnaldo Silva, diretor e ex-presidente da Repsol. Também fará parte do projeto, mas não compareceu ao evento por não estarem no Brasil, Miguel Nicolelis, médico e cientista brasileiro, que foi considerado um dos 20 maiores cientistas do mundo no começo da década passada, segundo a revista "Scientific American", e Venilton Tadini, presidente do banco Fator.
O grupo explicou que pretende ajudar usando seu nome para atrair empresas e dará uma espécie de consultoria executiva administrativa, constitucional, financeiro e, claro, no futebol.


