Após 6º lugar, atletas cobram investimentos
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segunda-feira, 08 de agosto de 2016
Folhapress 

Rio de Janeiro - A seleção brasileira masculina de ginástica manteve a posição da fase classificatória e terminou a final por equipes dos Jogos do Rio em sexto lugar.
Apesar de o resultado ser positivo, já que o time masculino jamais tinha feito uma final olímpica, os ginastas cometeram erros no solo, aparelho em que o Brasil costuma conseguir boas notas.
O ouro ficou com o Japão. A prata, com a Rússia e o bronze, com a China, atual campeã olímpica.
"Não dá para comparar muito as notas obtidas na fase de classificação com as da final", afirma Sergio Sasaki, que caiu sentado e saiu do tablado no solo.
Para ele, na prova de ontem, os árbitros abaixaram muito as notas exatamente do solo. Na soma geral, a nota do Brasil no último sábado, na classificação, foi maior do que a da final.
"Saio satisfeito porque começamos a incomodar essa galera. Hoje, o mundo sabe quem é o Brasil na ginástica. Mas o investimento tem de continuar para que em alguns ciclos a gente possa ser o Japão", diz Sasaki
Com a vitória, os japoneses estão há 16 anos entre os três primeiros colocados olímpicos por equipes. Para Arthur Zanetti, que competiu só nas argolas, o resultado deve ser comemorado. "Os cinco primeiros são potências que sempre foram ao pódio, mas a gente está aí para dar o bote se bobearem." O Brasil ficou atrás de Grã-Bretanha (quarta colocada) e Estados Unidos (quinto).
JAPÃO
O Japão tem a melhor equipe masculina de ginástica artística do mundo. Os atletas do país terminaram a sua última passagem pelos aparelhos no solo com Kohei Uchimura, considerado o maior ginasta da atualidade, e acumularam 274.094 pontos, confirmando o favoritismo.


