Passados três ano da morte de Ayrton Senna, no GP de San Marino, em Ímola, no dia 1º de maio de 94, o processo sobre a morte do tricampeão mundial de Fórmula 1 está ainda na fase preliminar, no tribunal de Bologna. Várias audiências já foram realizadas. O promotor Maurizio Passarini ouviu várias testemunhas, entre elas os pilotos italianos Michele Alboreto e Pierluigi Martini. O principal ponto de discórdia é a caixa preta da Williams, que poderia fornecer informações detalhadas do que ocorreu na Curva Tamburello, mas ficou muito tempo com a equipe.
A questão é se o piloto teve a barra de direção quebrada ou não, para que saísse da pista e fosse de encontro ao muro. Irregularidades no asfalto também são citadas no processo.
As audiências irão continuar e os próximas testemunhas a serem ouvidas serão o inglês Damon Hill, na ocasião parceiro de Senna, e o alemão Michael Schumacher. Seis pessoas estão sendo acusadas pelo acidente, entre elas Frank Williams e Patrick Head, proprietários da equipe inglesa, e o ex-projetista do time, Adrian Newey, além dos responsáveis pelo circuito e o diretor daquela prova.
Os dirigentes da Williams também serão ouvidos mas, por enquanto, estão apenas sendo representados por seus advogados.

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