Imagem ilustrativa da imagem APITO INICIAL<br>CAMISA 12




Infelizmente encerrou-se o ciclo do Tite no Corinthians! Ele, que chegou sem marketing e holofotes, e que foi duramente criticado, inclusive, por esse que aqui vos fala!
A propósito, tinha certeza absoluta da sua demissão após eliminação da Libertadores para os colombianos Tolima em 2010. Errei, ou melhor, errei feio!
O então presidente Andrés Sanchez, acertadamente o manteve no cargo e com total respaldo. Daí em diante, sob o comando do Tite, o Timão faturou um Campeonato Brasileiro, a inédita Libertadores, o bi do Mundial, um Paulistão e uma Recopa! Fora isso, seu jeitão simples, transparente e bem humorado, o levaram a uma incrível identificação não apenas com o clube, mas com a torcida também.
Ou seja, Tite chegou ao Parque São Jorge como apenas mais um treinador e sai de lá como o maior da história do Sport Club Corinthians Paulista, e também como um recém-integrante do primeiro escalão de técnicos do futebol brasileiro, os chamados "tops".
Claro que não podemos eximir o Tite da fraca campanha do time, principalmente nesse segundo semestre. No entanto, sua saída foi uma péssima escolha da diretoria!
O ideal seria uma reformulação no elenco, a saída de alguns jogadores que pararam de render, porém, com a permanência do treinador. Enfim, se a Fiel nunca havia tido um treinador como ídolo, assim como foi o Telê e o próprio Muricy para os sãopaulinos, ou o Felipão para os palmeirenses, chegou a vez de o Tite colocar seu nome no hall da fama da fanática torcida do Corinthians.
Obrigado, Tite! Você fará muita falta...

Toque Fica, Kleina! Não vejo qualquer motivo para festas ou comemorações, afinal, pela segunda vez em dez anos, o Palmeiras tinha como obrigação retornar à Série A! A missão foi cumprida pelo atual elenco e por essa diretoria, que herdou um clube rebaixado e financeiramente numa situação caótica. Mas agora é pensar em 2014, o ano do centenário. Claro que dar pitacos atrás de um computador é infinitamente mais fácil do que sentar na cadeira do presidente, porém, Paulo Nobre terá que ter muita criatividade para montar uma equipe mais competitiva, até porque ser campeão da Série B não serve como parâmetro. Por mais que uma parte da torcida tenha certa desconfiança com o Gilson Kleina, não apenas pelo clamor do próprio elenco, mas por já estar adaptado e pela atual situação financeira do clube, eu apostaria na permanência. O Palmeiras precisa de jogadores e não de técnico!
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