Antiético é o Citadini, diz presidente do São Paulo
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segunda-feira, 05 de agosto de 2002
Agência Estado 
São Paulo - Toda a novela na qual se transformou a negociação para trazer o meia Ricardinho para o São Paulo parece ter irritado o presidente do clube, Marcelo Portugal Gouvêa. Ontem, de forma enfática, o cartola deu duas informações objetivas sobre a situação. Primeiro, o meia corintiano disse que deseja jogar no Morumbi. Segundo, a polêmica vai ser resolvida até o fim da semana.
O comportamento do são-paulino foi motivado pelas frequentes declarações do vice-presidente de Futebol do Corinthians, Antonio Roque Citadini, que não se cansa de dizer que a diretoria do 'co-irmão' é antiética. De acordo com o corintiano, os dirigentes do São Paulo entraram em contato com o jogador, por meio de seu procurador, Rubens Pozzi, antes de consultar o clube. ''Eu não fiquei criticando a convocação de jogadores do Corinthians para a seleção brasileira como ele (Citadini) fez com o Rogério Ceni, Kaká e Belletti'',lembrou o presidente tricolor. ''Isso é ser antiético.''
Palmeiras Enganaram-se aqueles que pensavam que o meia Zinho tinha intenção de fazer sua terceira passagem pelo Palmeiras se tornar o primeiro passo para o encerramento da carreira. Em sua apresentação ontem o jogador mandou um recado claro. Chega para conquistar um antigo objetivo: o título do Mundial Interclubes. Para isso, assinou contrato de um ano e cinco meses. Ou seja, até o final de 2003.
Perder para o Manchester United a decisão de 1999 é um fantasma que, até hoje, o assombra. O jogador lembrou que um dos tópicos conversados com o presidente Mustafá Contursi durante a negociação foi exatamente o projeto de voltar ao Japão. ''Aquele jogo representava muito mais para nós do que para eles'', afirmou.


