Dorico da SilvaOs Borghesi aumentam na pistaSe qualquer estréia é motivo de ansiedade e nervosismo, imagine dentro de um carro a 170 km/h. Assim foi a primeira vez da londrinense Andréa Borghesi em uma competição de automobilismo. Mesmo vinda de uma família que tem ‘‘velocidade’’ no sangue, como o pai Luciano, o irmão Tazzo e o primo Beto, Andréa era uma verdadeira estreante ontem no Autódromo de Londrina. ‘‘O incentivo da família é o que ajuda mais’’, justificou Andréa pela nova iniciativa.
Antes de entrar na pista, Andréa tentava disfarçar o medo.‘‘Vai chegando a hora da largada e a ansiedade vai aumentando. Dá um frio na barriga, mas é normal’’, dizia a estreante, já se preparando para entrar no carro. Sobre a sua relação com os mecânicos e a graxa, Andréa é natural: ‘‘Sempre estive nesse meio e não tem nada de mais. Entendo um pouco da coisa’’.
Com tudo pronto e a bordo de um Fiat Uno, Andréa fez bonito no Autódromo. No grid de largada, a londrinense ocupava a ultima posição. ‘‘É só um treino para sentir a pista e o clima de corrida. É o começo..., disse a piloto. Depois do sinal verde, Andréa saiu atrás dos concorrentes. Com o tempo, foi perdendo o medo, e com mais segurança, conseguiu terminar a prova em quinto lugar. ‘‘Foi bom e emocionante. Deu para sentir bem como é a coisa’’, disse Andréa já se preparando para competir na Fórmula Uno feminina no próximo dia 27 de setembro.

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