No primeiro teste com o chassi Reynard na pista de Mid-Ohio, André Ribeiro (foto) foi um segundo e meio mais rápido do que com a antiga Lola, mas ainda não conseguiu andar no ritmo dos primeiros colocados. André marcou 1min09s e ficou longe do tempo de Gil de Ferran, o mais veloz, com 1min07s7. O piloto da Tasman, porém, considerou o teste positivo. ‘‘Conseguimos uma clara evolução.’
André deu 30 voltas. A Tasman teve muita dificuldade para deixar o carro pronto para o teste. Os mecânicos trabalharam até a noite de segunda-feira na fábrica da equipe em Columbus, vizinha ao circuito, mas não conseguiram solucionar alguns problemas. O banco moldado para o corpo do piloto não ficou confortável e será refeito. Além disso, os pontos de medição do carro, onde são instalados sensores eletrônicos para avaliar sua performance, são diferentes dos da Lola, o que obrigou os engenheiros a alterar toda a programação do computador.
‘‘Foi um trabalho mais complexo do que imaginávamos’’, contou. André se preocupou apenas em fazer uma checagem dos sistemas do carro. O piloto prevê dificuldades para o GP de Cleveland, domingo. ‘‘Será mais um treino para nós do que propriamente uma corrida.’
Gil de Ferran está em situação inversa à de André: tem o Reynard-Honda tão bem preparado para o GP de Cleveland que nem se importou em fazer ajustes finos de suspensão. ‘‘Estou tranquilo para este fim de semana’’, comentou. ‘‘O carro está certinho.’
Gil reclamou da sujeira da pista, do vento e do calor. Por isso, nem ele nem Michael Andretti se aproximaram do recorde oficial de Zanardi, 1min06s339. Andretti testou novas peças do Swift-Ford e fez 1min07s9.
Guálter Salles fez seu segundo teste privado com o Reynard-Ford e marcou 1min08s7.

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