André Ribeiro aprovou desempenho do Reynard
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terça-feira, 08 de julho de 1997
José Emílio Aguiar Agência Estado 
No primeiro teste com o chassi Reynard na pista de Mid-Ohio, André Ribeiro (foto) foi um segundo e meio mais rápido do que com a antiga Lola, mas ainda não conseguiu andar no ritmo dos primeiros colocados. André marcou 1min09s e ficou longe do tempo de Gil de Ferran, o mais veloz, com 1min07s7. O piloto da Tasman, porém, considerou o teste positivo. Conseguimos uma clara evolução.
André deu 30 voltas. A Tasman teve muita dificuldade para deixar o carro pronto para o teste. Os mecânicos trabalharam até a noite de segunda-feira na fábrica da equipe em Columbus, vizinha ao circuito, mas não conseguiram solucionar alguns problemas. O banco moldado para o corpo do piloto não ficou confortável e será refeito. Além disso, os pontos de medição do carro, onde são instalados sensores eletrônicos para avaliar sua performance, são diferentes dos da Lola, o que obrigou os engenheiros a alterar toda a programação do computador.
Foi um trabalho mais complexo do que imaginávamos, contou. André se preocupou apenas em fazer uma checagem dos sistemas do carro. O piloto prevê dificuldades para o GP de Cleveland, domingo. Será mais um treino para nós do que propriamente uma corrida.
Gil de Ferran está em situação inversa à de André: tem o Reynard-Honda tão bem preparado para o GP de Cleveland que nem se importou em fazer ajustes finos de suspensão. Estou tranquilo para este fim de semana, comentou. O carro está certinho.
Gil reclamou da sujeira da pista, do vento e do calor. Por isso, nem ele nem Michael Andretti se aproximaram do recorde oficial de Zanardi, 1min06s339. Andretti testou novas peças do Swift-Ford e fez 1min07s9.
Guálter Salles fez seu segundo teste privado com o Reynard-Ford e marcou 1min08s7.


