André Azevedo fica em terceiro nos caminhões
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quarta-feira, 08 de janeiro de 2003
Agência Folha 
São Paulo - O piloto André Azevedo terminou em terceiro lugar a sexta etapa do rali Dacar entre os caminhões, ontem, e assumiu a quarta colocação na classificação geral.
O brasileiro, da equipe Petrobras Lubrax, percorreu o trecho entre El Borma, na Tunísia, e Ghadames, na Líbia, com o tempo de 2h43min30. Gerardus de Rooy foi o primeiro, com 2h34min40, e em segundo chegou Johannes de Rooy, com 2h36min20.
Nos carros, Klever Kolberg e Lourival Roldan largaram na 24 posição e chegaram na 37 , com 3h20min15. Mesmo com esse resultado, a dupla subiu três posições na classificação geral e é agora a 25 colocada.
O vencedor da etapa foi o francês Stephane Peterhansel, com 2h02min56, seguido do japonês Hiroshi Masuoka com 2h04min40 e do belga Gregoire De Mevius, com 2h07min26. Na classificação geral, Peterhansel volta a assumir a liderança e Masuoka cai para segundo.
A maior baixa do dia foi a do francês Jean-Louis Schlesser, vencedor do rali em 1999 e 2000, que foi forçado a abandonar a competição por problemas mecânicos.
Entre as motos, Jean Azevedo não manteve o bom desempenho dos últimos dias e terminou a etapa em 17º lugar. O piloto teve um problema no sistema que leva o road book da moto espécie de mapa eletrônico e perdeu muito tempo na etapa. Na classificação geral, ele continua em sétimo.
O mais rápido foi o sul-africano Alfie Cox, com 2h27min54, seguido do espanhol Nani Roma e do francês Cyril Despres. Na classificação geral, o francês Richard Sainct é o primeiro, e Roma, o segundo.
Hoje será disputada a sétima etapa, entre as cidades de Ghadames e Ghat, na Líbia. Serão 584 km cronometrados. Hoje também acontece a etapa maratona, quando os competidores não poderão contar com a ajuda dos mecânicos. Em dois dias serão 1.418 quilômetros. ''A nossa vantagem é que o Tomas Tomecek e Mira Martinec, os outros ocupantes do caminhão brasileiro, são engenheiros da fábrica Tatra na República Checa. Se acontecer algo no caminho eles têm mais facilidade para resolver'', acredita André.


