A coordenadora Márcia Aversani Lourenço ressalta que não existe limite de idade para as interessadas em participar das escolinhas de GR. Como a popularização do esporte é um dos objetivos dos núcleos periféricos, na medida do possível, todas meninas que se interessam são atendidas.
Segundo ela, em pouco tempo já é possível perceber uma mudança de comportamento entre as alunas, principalmente em relação a auto-estima. ''Os próprios pais comentam conosco que as filhas gastam toda energia durante as aulas e tornam-se mais tranquilas em casa'', observou.
Márcia só lamenta o fato de não ser possível estender o atendimento para outros bairros de Londrina. Ela afirma que a universidade dependeria de parcerias para ampliar o número de meninas atendidas. ''A universidade oferece a excelência do conhecimento no esporte, mas precisamos de apoio de empresários para expandir o projeto'', declarou a coordenadora, completando que a Zona Norte de Londrina é uma das regiões que não conta com escolinhas. ''Existe um grande anseio naquela região para instalação de um pólo.''
Em relação às roupas utilizadas pelas meninas nos treinamentos e apresentações, Márcia diz que na Escola José Garcia Villar, por exemplo, a Associação de Pais e Mestres (APM) se organizou para conseguir os colãs por preços mais acessíveis. No Monte Cristo, onde o problema social é mais grave, as crianças receberam doações, a maioria de atletas da prória Unopar. (G.A.)

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